Agropalma é acusada de ‘grilagem’ de terras

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Foto de Portal ORM com informações de O Liberal

A Polícia Federal investiga um esquema de uso de documentos falsos para regularização fundiária em diversos municípios do nordeste do Pará, que a polícia atribui a uma nova modalidade de grilagem de terras. A operação Apáte (“espírito que personifica o engano e a fraude”) cumpriu na última sexta-feira três dos quatro mandados de prisão temporária expedidos. Os acusados são um ex-representante da Agropalma (empresa produtora de óleos e gorduras vegetais, que atua em várias regiões do Estado, com sede na capital paraense), dois tabeliões que atuavam em cartórios do interior e produziam a documentação falsa e um agrimensor. Este último, responsável pela parte técnica e deslocamentos das terras, não foi localizado pela polícia. Os demais acusados foram presos em Belém.

Os três presos são acusados de falsificar documentos em cartório fictícios, situado no município de Acará, e forjar certidões de matrículas de propriedades de particulares e de terras públicas. Os acusados foram enviados ao sistema prisional e ficarão à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelo crime de associação criminosa e uso de documentos falsos.

Também foram decretados oito mandados de busca e apreensão e quatro mandados de apresentação de documentos nos municípios de Conceição do Araguaia, Concórdia do Pará, Moju, Acará, Tailândia e Belém, que resultaram na captura de documentos, celulares e processos de órgãos públicos.

Fonte: ORM

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